segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O Bom Acolhimento De Jesus - Por Max Lucado

Rótulos. Outro dia, um amigo colocou-me um rótulo. Estávamos envolvidos em uma descontraída discussão sobre algumas questões éticas. Em um determinado momento, ele me perguntou que tipo de trabalho eu fazia. Quando respondi que era um ministro do evangelho, ele disse – Ah, sei – E depois ficou quieto.

Tive vontade de dizer. “Não, não sabe. Não me julgue pelos outros. Não sou um ministro; sou Max, o ministro. Não me ponha junto com todos aqueles mercenários e hipócritas que conhece. Isto não é justo”.

Rótulos. Como são convenientes! Basta coloca-los em uma pessoa e você fica sabendo que opinião deve ter.
E se Deus fizesse o mesmo conosco? E se Ele nos julgasse apenas pela aparência? E se Ele nos julgasse baseado no lugar onde crescemos, ou no que fazemos para viver, ou pelos erros que cometemos quando éramos jovens? Mas Ele jamais faria isto, não é?

“Não julgueis, para que não sejais julgados, porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida que tiverdes medido vos hão de medir a vós.” (Mt 7:1-2)

Tenha cuidado se for rotular alguém. Isto não quer dizer que não podemos estabelecer diferenças ou discernir, mas sim que não podemos proferir um conceito definitivo. A quantidade de amor que você dá é a mesma que irá receber.

Jesus tinha outro conceito sobre o homem que nasceu cego. Ao invés de vê-lo como uma oportunidade para discussão, nele via uma oportunidade para Deus. Por que era cego? “Jesus respondeu: ...foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus.” (Jo 9:3)
Que perspectiva! Aquele homem não era uma vítima do destino, era o milagre que aguardava para acontecer. Jesus não lhe colocou um rótulo. Ele o ajudou. Estava mais preocupado com o futuro do que com o passado.
Com quem você mais se parece nessa história? Talvez você aponte o homem cego. De uma maneira ou outra você pode ser rotulado.
Se assim for, aprenda o que aquele homem aprendeu. Quando todos o rejeitarem, Cristo sempre irá aceita-lo.
Qual é a obra de Deus? Aceitar e amar as pessoas.

Max Lucado 


domingo, 29 de janeiro de 2012

Fé "Assembléia De Deus - Ministério Presidente Dutra - Osasco"

Podemos considerar que a Fé, não obstante pode estar ligada a doutrina da Salvação, sabemos que a importância da fé, é um elemento indispensável para que Deus possa operar em nós a regeneração, a justificação e a santificação. Sabemos que a fé espiritual é a suprema experiência inicial, para recebermos de Deus todas as bênçãos (Hebreus 11:6). Sabemos que existe outro tipo de fé, que é natural, e humana, que não leva à salvação, tanto a fé como arrependimento tem sido mal interpretado  pelos homens, havendo também um desvirtuamento e ensinos errôneos, vamos ao estudo da lição.

I.  O que é Fé ?
Hebreus 11: 1-7
A fé é o aspecto positivo da verdadeira conversão, o lado humano da regeneração. Pelo arrependimento, o pecador abandona o pecado, pela fé ele se volta para Cristo. Mas o arrependimento e a fé são inseparáveis e paralelos. O verdadeiro arrependimento não pode existir à parte da fé, nem a fé à parte do arrependimento. Tem-se dito que o arrependimento é a fé em ação, e que a fé é o arrependimento em repouso. A fé é pois, o ato inicial da salvação, sem ela não pode haver a salvação, pois como podemos aceitar aquilo que não apalpamos, e que Deus quer que aceitemos, a não ser pela fé? Para entender melhor o que é fé, vamos iniciar pelo Antigo Testamento:
a)    Na verdade, o Velho Testamento não tem nenhuma palavra para “fé”, embora haja especialmente três palavras que indicam vários aspectos da atividade da fé:
A primeira é (He’emim) (Crer), que acentua o elemento intelectual e significa  aceitação de alguma coisa como verdade pelo testemunho de outrem.
A segunda é (Batach e Chasah), que acentuam antes o elemento fé firme, ou a confiança absoluta em outrem.
b)  No Novo Testamento, temos uma palavra importante para “fé” (Pistis), que expressa
a confiança geral de uma pessoa, a aceitação pronta de seu testemunho, baseada nesta confiança, e a confiança depositada nela para o futuro. Como designação de fé salvadora e expressa uma convicção a respeito da veracidade de Deus, uma aceitação confiante de Sua palavra, e uma sincera confiança nEle para salvação.
A palavra “Crer”, é usada com várias nuanças de significação, e dá ênfase, em alguns casos, ao elemento conhecimento, e em outro ao elemento confiança.



            II.  As diferentes espécies de Fé mencionadas na Bíblia
Mateus 7:26; Atos 26:27 e 28
a)    A Fé Histórica:  A fé histórica é puramente a aceitação intelectual da verdade da Escritura sem qualquer resposta moral ou espiritual.


Aqueles que buscam na Bíblia, apenas os fatos históricos, para satisfação do seu intelecto e curiosidade, não considerando com seriedade o seu aspecto espiritual e moral, exercem apenas uma fé histórica, sem valor para salvação.
b)    A Fé Natural: Trata-se da fé religiosa, é aquela possuída por grande parte da humanidade. É a crença possuída por todos os homens, em graus diversos, é a “fé misturada” com intercessão de santos que já partiram para a eternidade; é a fé também que se fundamenta sobre o testemunho material e sobre evidência aparentemente digna de fé, religiões, ritos, parâmetros, penitências, promessas, queima de velas, orações e rezas ao santo de preferência, obras meritórias. Esse tipo de fé é natural, não satisfazendo as necessidades morais e espirituais exigidas por Deus.
c)    A Fé Temporal: É a fé que não tem caráter permanente e falha nos dias de provação. É uma fé imaginária, aparentemente genuína, mas de caráter desvanecível. Cristo fala de alguém que assim crê: “Não tem raiz em si mesmo” (Mateus 13:21). Em geral pode-se dizer que a fé temporal se baseia na vida emotiva apenas e procura antes o gozo pessoal que a glória de Deus. É comum esse tipo de fé em nossas reuniões que buscam apenas as bênçãos e não ao Senhor das bênçãos.
d)    A Fé Verdadeira e Salvadora:  É chamada também de fé especial, é aquela que tem sua sede no coração e está enraizada na vida regenerada. A semente desta fé é implantada por Deus no coração na regeneração ou novo nascimento, e só depois que Ele a implanta no coração é que o homem ativamente pode exercer a fé. É a fé de confiança absoluta na obra que Cristo realizou no Calvário. Pode ser definida ainda, como uma firme convicção efetuada no coração pelo Espírito Santo, quanto à verdade do evangelho, e uma confiança sincera e entusiástica nas promessas de Deus em Cristo. Para Paulo, é a fé no evangelho de Cristo (Romanos 1:16), para Jesus, o Autor e Consumador da fé (Hebreus 12:2), ela é a segurança maior nossa salvação, quando diz: “...aquele que nele crê tem a vida eterna”, “quem crer e for batizado será salvo”, “aquele que crê no Filho de Deus, tem a vida eterna”,  “não turbe ...credes em Deus, credes também em mim...”( Marcos 16:16; João 3:36; João 11:25 e João 14:1). Somente a fé salvadora pode levar o homem a Deus, através de Cristo. A diferença fundamental que se verifica entre um cristão de fato, nascido de novo, e o cristão “de mentira”, nominal, é a certeza da vida eterna, a convicção absoluta da salvação, que nós temos.

III.  Os efeitos da Fé Salvadora
Perdão dos pecados (Atos 10:43); Paz com Deus (Romanos 5:1); Paz no coração (I.João 3:20); Justificação (Romanos 5:1); Filiação divina (Gálatas 3:26 e João 1:12); Vida Eterna (João 20:31); A Vida eterna com Deus (João 20:31); Participação da natureza divina (II.Pedro 1:4); A presença de Cristo no coração (Efésios 3:17); Uma vida pela fé (Habacuque 2:4); Poder conservador de Deus (I.Pedro 1:5); Ter uma vida vitoriosa (I.João 5:4-5); Descanso e paz


(Mateus 11:28); Torna-se canal de benção (João 7:38-39); Poder para realizar maravilhas (Mateus 21:21); O efeito glorioso da Fé é a vida eterna a comunhão com Deus e a presença do Espírito Santo nos corações.
Não podemos esquecer que há na fé de salvação alguns elementos essenciais sendo indispensáveis para concretização de feitos através da fé, são eles: O elemento intelectual, embora a fé salvadora não consista em uma aceitação intelectual da verdade, inclui contudo, um reconhecimento positivo da verdade revelada na Palavra de Deus, trata-se de um conhecimento que se faz necessário, pois como posso crer naquilo que não tomei conhecimento?. “Como crerão naquele de quem nada ouviram?. (Romanos 10:14).

Outro elemento importante para o entendimento da Fé, é o elemento emocional, podemos traduzir pela palavra “Assentimento- anuência, acordo, aquiescência”, ambas ligadas a Fé Salvadora, concluímos que “Eu tomo conhecimento da fé de salvação pela palavra, através do meu intelecto que gera reconhecimento que sou pecador perdido e que o único meio da minha salvação é a fé em Jesus Cristo e em Sua obra na cruz, e para que a salvação se consuma, devo reagir de forma favorável, aceitando em meu coração aquilo que a Palavra de Deus determina e ensina para minha salvação. É a minha emoção associada ao conhecimento que me levam a fé. Para concluir temos o elemento confiança, é o elemento que coroa a fé, pois ela não apresenta apenas questões ou sugestões do intelecto, mas trata-se acima de tudo uma questão de confiança pessoal em Cristo como Salvador e Senhor, que inclui a rendição da alma salva à Cristo.

         IV.  A Palavra grega para “FÉ”
“A ponto de nos confiar ele o evangelho...o evangelho da incircuncisão me fora confiado...o evangelho...do qual fui encarregado”. Esse é o verbo, quando passamos a considerar o substantivo, encontramos o sentido de “Fé, Confiança e Fidelidade”.
O adjetivo nos fornece a expressão: “Fiel e digno de confiança”. Paulo empregou esse vocábulo na inscrição que deu ao carcereiro de felipo “Crê no Senhor Jesus, e serás salvo, tu e tua casa” (Atos 16:31).


 Nesse caso o apóstolo Paulo a considerar o Senhor Jesus, sendo digno de confiança  quanto ao Seu caráter e aos Seus motivos. Ele exortou a depositar sua confiança na habilidade do Senhor para fazer exatamente aquilo que disse  que faria. Ele o exortou a confiar a salvação de sua alma nas mãos de Cristo, ele exortou a entregar o trabalho da salvação de sua alma aos cuidados do Senhor. Isso significa que se deve deixar de confiar em si mesmo e confiar no Senhor Jesus.


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Vencendo A Nós Mesmos "Assembléia De Deus - Ministério Presidente Dutra - Osasco"

A vida cristã deve ser talhada sempre por motivos vitoriosos, quanto existe a aceitação de uma pessoa à Cristo como Salvador, o Espírito Santo passa a habitar nos corações de forma definitiva, I. Cor. 3:16, e nesse momento o Espírito que é Deus, traz para os nossos corações Sua natureza divina, I. Pedro 1:4. Disso resulta que passamos a ter duas naturezas descritas em Gálatas 5:17: Carnal, adâmica, chamada de velho homem e a divina. Tais naturezas lutam entre si, trata-se de uma guerra declarada sem trégua, daí vem à pergunta, quem vai vencer? Nosso amado apóstolo Paulo, alega que devemos andar no Espírito - Gálatas 5:16 “Andai no Espírito, e jamais satisfarei à concupiscência da carne”.



Aprendemos no estudo teológico que a Santificação é um processo paulatino que inicia quando Cristo entra em nosso coração de forma definitiva – Felipenses 2:12, e vai até passarmos a sermos habitações do Espírito Santo, daí então passaremos habitar com Cristo no céu. Temos o tempo como obstáculo, pois a cada dia que se passa em nossa vida aqui na terra, vamos subindo os degraus da glória do céu. Nesse período que pode ser curto ou longo, dependendo de Deus e de nossa disposição dentro de seu propósito de santificação, pode ocorrer ou não o Batismo no Espírito Santo, experiência distinta do novo nascimento, que é uma capacitação para o trabalho no Reino de Deus. Podemos dizer que abre o caminho para avançarmos na vida cristã e apressa nossa santificação. Nada mais e nada menos que o PODER do Espírito Santo em nossas vidas e esse poder nos afasta do pecado e nos aproxima de Cristo, portanto da vitória. Consideremos, pois as três escrituras de nosso texto básico:

I.          O Grande Inimigo
Gálatas 5: 17
1)        As duas naturezas descritas no texto de Gálatas, lutam entre si, dentro de nós.
Desejamos fazer o bem, até podemos dizer que amamos o bem, temos as melhores intenções, mas quando esperamos, levanta-se dentro de nós algo que nos produz “traição”, trata-se do “velho homem”, que muitas vezes nos arrasta ao fracasso.
Os dois homens se digladiem numa luta sem trégua. Seremos servos de quem vencer – Romanos 6:16. Sabemos que o homem carnal não agrada a Deus – Romanos 8:8. Ao sentir essas duas naturezas conflitando, Paulo exclama: “O querer fazer o bem está em mim, mas o efetua-lo, não; o bem que quero fazer, esse não faço, mas o mal que não quero, esse faço” Romanos 7:21.
As manifestações da carne nas Escrituras chamam-se: a) Homem Velho; b) Lei do Pecado; c) Inclinação da Carne; d) Simplesmente Carne.

2)        O servo em Nosso Jesus Cristo, tem quatro agentes como inimigos que guerreiam
 contra aquele que aceitou a Cristo como Salvador e Senhor, são elas:
2.1.) O Diabo: Inimigo forte e insidioso, opera invisivelmente, porque é espírito (Efésios 6:12). O inimigo traz sempre suas armas assestadas contra nós, dia e noite o encontramos no caminho de nossa vida, dentro do lar, na rua, no transporte, no trabalho e até na Igreja. Transforma-se até em “anjo de luz” para enganar os “soldados da Cruz”, temos alguns exemplos bíblicos tais como: Davi encontrou o inimigo na linda mulher que se banhava, o inimigo promoveu uma situação de desejo (II.Sam.11), também ao alistamento do povo (II.Sam.24). Outra experiência do próprio Cristo, quando enfrentou o inimigo no monte da Tentação (Mat.4). O caso de Pedro nas paragens de Cesaréia de Filipos (Mat.16:21-23), na negação de Pedro (Mat. 26:31-35; 69-75), sempre esteve ao caminho de Paulo (Atos 19:13-16; 13: 4-12; 16:16-18 e Romanos 15:22). Esse inimigo terrível nos ataca em todos os flancos e em todas as horas de em qualquer circunstância. O Senhor Jesus nos ordena “Vigiai e orai para que não entreis em tentação”.
2.2.) O Mundo Físico: O que vem a ser o mundo? As forças do inimigo dominam a humanidade, são forças desse século, forças do mal, das trevas, o príncipe deste mundo chama-se satã (João 14:30); o mundo inteiro jaz no maligno (I. João 5:19), sendo o maligno o comandante das forças do crime e do furto, dos estupros, seqüestros, prostituição, adultério, das bebidas alcoólicas, fumo, pornografia demolidora de lares, instrutora de crimes e infidelidade. Mas temos uma garantia assegurada: “Tende bom ânimo, eu VENCI o mundo” (João 16:33).
2.3.) O Pecado: Em Hebreus 12:1, afirma de forma categórica que o pecado nos assedia (arma em nosso derredor e nos assalta e muitas vezes nos derruba). Ele golpeou, a) Adão e Eva; b) Abrão no Egito; c) Moisés na morte do Egípcio; d) Davi com Bateseba; e) Pedro quando da negação de Jesus, e nós sabemos como ele faz conosco.
Mas a Palavra de Deus nos dá garantia (Romanos 6:14): “O pecado não terá domínio sobre vós.”
2.4.) As obras da Carne: A Bíblia Sagrada nos exorta acerca das obras da carne, mencionando que tratam-se de frutos da desobediência, isto é, aquele que tem prazer no pecado torna-se filho do pecado, ficando preso a mercê do inimigo, temos então que observar os seguintes conceitos: a) Não dar lugar aos desejos da carne; b) Não servir a carne: c) Não realizar as obras da carne; d) Não se sujeitar à carne, mas sim a Deus. O cristão tem dois centros definidos em sua vida: o “EU” ou “CRISTO”. O crente carnal é aquele que dá lugar ao diabo e ao mundo em sua vida, por sua vez, encontra-se escravos de seus desejos internos, sabendo que o diabo, é que semeia a incredulidade e as paixões pelo que vemos no mundo, diante desse fato concluímos que ao dar lugar ao inimigo somos escravos de nossos desejos, necessitamos retirar a centralização do nosso “EU”, geralmente trata-se daquela pessoa que não dá nada a ninguém, faz de tudo para se tornar visto pelos homens, vive separado dos irmãos, não tem prazer em ir à igreja, nem cantar, nem dar sua oferta e dízimo, não ora, pede para orar por ela, não se alegra no Senhor, para ela tudo é tristeza e dor.

II.         Como Vencer o Inimigo
I. Coríntios 10:12
Se temos inimigos tão perigosos que nos rodeiam, devemos estar alertas e prontos para qualquer eventual combate que iremos travar, devemos ter consciência que o inimigo está presente e que devemos vigiar sobre nossa santidade, a nossa firmeza, nossa dedicação e nosso amor ao Senhor. Devemos depender de Deus, Pedro confiou em si e caiu “Aquele, pois, que pensa estar em pé, veja que não caia”. A oração como nos manada em Efésios 6:18-19, a Palavra do Senhor é a espada do Espírito com o qual desfaremos todos os dardos inflamados do maligno, bem como, vamos fechar as brechas do nosso coração, onde o diabo poderia penetrar iremos encher do Senhor Jesus e de Sua bendita Palavra.

III.        Quando vencer o adversário
Romanos 8:37
O fator dominante no Novo Testamento, trata-se da vitória do remido, Paulo diz que somos mais que vencedores, pois Jesus é a nossa vida (João 11:25); o Espírito Santo habita em nós (I.Coríntios 3:16), a medida que damos lugar ao Espírito Santo agir em nossas vidas, Satanás se afasta, como no evento em que Neemias e seus moços devemos viver com a “espada” e vigilância, prontos para resistirmos ao inimigo que nos ataca e tenta nos violar diariamente, ele está ao nosso derredor, rugindo como Leão a quem possa devorar (I.Pedro 5:8).

IV.       Como vencer o Inimigo
Onde ele quer nos atacar: a) Na língua; b) No pensamento; c) Nos olhos; d) Nos ouvidos; e) Nas mãos; f) Nos pés; g) No coração; h) Na vontade e nos sentimentos.
Cristo deve dominar completamente a nossa vida, assim, não daremos lugar ao diabo e seus anjos.

V.        Porque Vencer o Inimigo
I. Coríntios 3:16
Para justamente mostrar ao mundo que Cristo é maior, mais forte do que o diabo, que Cristo o venceu na cruz do Calvário, que somos propriedade de Deus, que estamos ligados na videira, que somos fiéis sempre, que nosso coração está cheio de Sua Palavra, que levamos uma vida de oração, trabalho e que estamos cingidos de toda a armadura de Deus para vencer o mal e seus aliados nesta peleja, venceremos a nós mesmos, conseqüentemente estaremos decretando a derrota de satanás em nossa existência.