terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Progredimos Como Cristãos? "Assembléia De Deus - Ministério Presidente Dutra - Osasco"

O crente que nasceu de novo, evidentemente através do Espírito Santo, após sua aceitação à pessoa de Cristo, conceitua a seguinte frase: “Nascemos de novo para que?”. Definitivamente temos a resposta mais apropriada a tal pergunta: Nascemos para crescer na graça e no conhecimento de Nosso Senhor e Salvador Cristo Jesus”. Nascemos para trabalhar na Seara do Senhor, para realizar boas novas, não para se salvar, mas porque somos salvos pela graça eterna (Efésios 2:9-10).


Aprenderemos na lição, não o modelo supremo do Senhor Jesus, mas através de homens pecadores como nós: Apóstolos Paulo e Pedro. A Bíblia Sagrada, nos apresenta Paulo com características de um homem que nasceu grande em suas realizações, mas também demonstra que no decorrer de sua carreira cristã maturidade, não se estagnando: cresceu...cresceu... tornando-se servo dócil nas mãos do Espírito e útil para os grandes empreendimentos do Reino de Deus, o grande missionário; em se tratando do Apóstolo Pedro que no início de seu ministério era uma “dura pedra”, mas lapidada nas mãos através do poder de Deus e duras lutas da vida, cresceu e cresceu até tornar-se o destemido servo do Pentecostes. E como eles cresceram, nós precisamos crescer em tudo. O presente estudo muito nos ajudará nesse propósito. Vejamos na apresentação:



I. Raquitismo Espiritual

I. Coríntios 3:1-3.

No capítulo 2 de I. Coríntios os três homens:

a) O Natural: O que não é crente; não tem Cristo.

b) O Carnal: O que é crente, mas não dá liberdade ao Espírito que habita no seu coração.

c) O Espiritual: O que é crente e dá liberdade ao Espírito na sua vida.



Em I. Coríntios 3:1, Paulo lamenta que não pode falar aos coríntios como a espirituais, mas como a carnais. Podemos entender que em lugar de comida sólida, teve de alimentá-los com leite, eram crentes raquíticos, e quais são as causas desse raquitismo aparente ou notório:





1) As causas: Eram crentes divididos, cheios de atributos negativos, caprichos, voluntariosos mas carnais. Suas vidas eram orientadas, pela carne, e não pelo Espírito Consolador, concluímos que tinham o Espírito, mas não davam liberdade para agir, através dos diversos mecanismos de poder e ministério.



2) Os prejuízos: Permaneceram como criancinhas espirituais, sendo alimentados apenas com leite e não com alimento sólido, permaneceram prematuros e infantis. O que você e eu podemos esperar de crianças sem a definição do que é juízo de pensamentos? Criança realiza coisas de crianças, foi o que ocorreu com a igreja de Corinto, brigavam, cometeram graves pecados, recorreram a tribunais da terra e enfrentaram mil dificuldades por serem crianças, sendo eles crianças que trabalhos poderiam realizar?

Nada...nada.. Acredito que aquele que não trabalha, dá muito mais trabalho. O Apóstolo Paulo, sofreu muito com essas crianças, tendo que em diversas ocasiões defender seu ministério apostólico.


3) As manifestações nos dias de Paulo: Nesse tempo havia uma crescente onda de: Infantilidade, birras, choro, divisões, queixas, demandas, tudo acontecia devido à falta de juízo, de maturidade na vida cristã. Ficaram mirrados sem o devido crescimento necessários para enfrentar as dificuldades vividas, esperam o resultado sem ter interesse em aprender como se aproxima das conquistas.


4) As manifestações na atualidade: Nossas igrejas, infelizmente, apresentam muita infantilidade, crentes que pelo tempo de conversão deveriam ser adultos e não se apresentam como tal, permanecem como criança e não buscam crescimento, pois atualmente nos é apresentado uma condição facilitada para adorar a Deus e o servi-lo com recompensas diversas, com manifestações nos cultos ligadas ao emocionalismo e sentimentalismo despojado, com ditos bíblicos populares, “Venha com Jesus você terá tudo... Nosso Deus é dono do ouro e da prata, acredite Ele te dará tudo e matéria de prosperidade, é um Deus rico...”. Concluímos que tais pessoas permanecem como crianças em Cristo, tendo como manifestações mais presentes como crianças tais como: a) Crentes que nunca se envolvem com os trabalhos da Igreja; b) Não lêem a Palavra de Deus; c) Não passam o tempo orando; d) Não trabalham na igreja; e) Não contribuem com os cofres da igreja; f) Não cooperam com os trabalhos gerais da causa do Senhor; g) Abandonam a igreja por coisas mínimas; h) vivem a escolher pregadores de sua predileção; i) Fazem intrigas e fofocas; j) Irritadiços; k) Amam o pecado; l) Vivem ao pé da televisão; m) Quase não freqüentam a igreja; n) São sempre os eternos descontentes.



II. Até quanto devemos crescer ?

Efésios 4: 11-16

1. O crente deve ser um “eterno insatisfeito com seu progresso espiritual” quanto mais cresce, mais almeja crescer na graça e conhecimento de Deus.

a)  Já leu a Bíblia uma vez, tente ler outras vezes.

b)  Ora diversas vezes ao dia, deve orar mais.

c)  Contribui para os cofres da igreja, deve contribuir mais.

d)  Trabalha para o Senhor, deve trabalhar muito mais.






2. O crente “espiritual” não deve ficar parado. Diante dele está uma escada devendo subir, subir, sempre e nunca parar. E quais os degraus a subir?


a) No uso certo dos dons: Cada um de nós tem um dom dado pelo Espírito de Deus: sejam “naturais” e “espirituais” de I. Coríntios 12, sejam de Efésios 4:11, exclusivamente para os pastores, cada um colocado no Corpo de Cristo, a igreja exercendo com fidelidade o dom que lhe foi dado. E desse modo haverá harmonia na igreja.

b) Na unidade da fé: Todos unidos no seu modo de crer, de pensar, de agir, de trabalhar, unidos nas doutrinas, no amor, na luta espiritual.

c) Para o pleno conhecimento do Filho de Deus: E de que modo podemos crescer nesse conhecimento? Mantendo comunhão constante com o Senhor, estando na sua presença, conservando com Ele, obedecendo à Sua Palavra e tudo fazendo para alegrar o seu coração.

d) Para alcançar a estatura de homem feito: Existe um contraposto a “meninos jogados”

de Efésios 4:14. O crente deve ser maduro no trato com sua esposa, namoro, noivado, na escola, no trabalho, na igreja, no testemunho. O seu modelo é Cristo. Deve olhar para Jesus e esquecer-se das coisas que para trás ficam.



      3) Um teste para nós:

Paulo, coloca-nos diante de uma diversidade de testes com

      resultados negativos e positivos, vejamos:


a) Negativamente: Não é lançado de um lado para o outro por ventos de doutrinas, como crianças que são facilmente enganadas por “doces e iguarias”.

 Não age mais como menino desviando-se por qualquer

 motivo. Não é enganado pela fraudulência dos homens.

 Como está sua estrutura espiritual ?

b) Positivamente: O cristão “maduro”, além de evitar o erro dos homens sem Cristo, vive na prática da verdade, conhece o teor da Palavra de Deus, vive aprisionado em Cristo, existe a cobertura do Espírito Santo, sente o amor, fé, pureza, graça e esperança. E desse modo cresce e vive crescendo no conhecimento da graça do Senhor Jesus.



III. Quais são as vitaminas do crescimento espiritual

II Pedro 1: 5-8

Pedro ao descrever este trecho, encontra-se com os olhos diante de uma cadeia, cujos elos se prendiam uns aos outros, ao presente, ligava a outro elo e outro e assim sucessivamente.


a) O Primeiro elo é a fé: Ter a confiança inabalável em Cristo, em sua salvação.

b) O Segundo elo Virtude: Ter disposição firme para a prática do bem, opor-se ao vício, a imoralidade e a tudo o que é do diabo.

c) O Terceiro elo é a Ciência: Trata-se de um dos dons espirituais alinhados em I. Coríntios 12: O conhecimento espiritual, profundo de nosso Senhor Jesus Cristo.

d) O Quarto elo é a Temperança: Trata-se do governo próprio, prudência em todos os aspectos, autocontrole. Devemos ser temperantes no comer, no trabalhar, no falar, no descansar.

e) O Quinto elo é a Fortaleza: Trata-se da resistência para a luta, para suportar tentações, firmeza contra as ciladas do diabo, do mundo e do pecado.

f) O Sexto elo é o Amor: Não fingido, não platônico, mas o amor como está descrito em I. Coríntios 13.



IV. Um “Paracleto”

II Pedro 3:18

Acreditamos que devemos crescer sempre e sempre, é a exortação de Pedro, apóstolo que experimentou diretamente este relacionamento, concluímos que ao invés de dar lugar aos erros, as leviandades, as polêmicas, as brigas, as divisões, do ódio e ressentimentos, das vaidades, das críticas levianas, do amor próprio e do egoísmo, devo dar lugar à “graça e no conhecimento de Nosso Senhor Jesus Cristo” Certamente serão rompidas as barreiras, e acrescidas apenas fé e conhecimento Naquele que tudo podes...Jesus o Cristo.

 

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Natal - O Deus Do Céu Na Terra - Por Jair R. Souza

JESUS, UM PERSONAGEM ÚNICO


A história da Humanidade possui muitos personagens controversos, entretanto, nenhum deles se iguala em controvérsia a Jesus Cristo de Nazaré. Dele foram escritas mais biografias do que qualquer outro na história; e todos os aspectos de sua vida, incluindo o seu nascimento, ministério, morte e ressurreição, são envoltos em polêmicas e interpretações. Para se dar um exemplo, a típica história sobre seu nascimento que nós repetidamente ouvimos é a seguinte:
"Na noite de 25 de Dezembro, cerca de 2000 anos atrás, Maria se dirigia a Belém montada em um jumento, à beira de dar à luz o seu bebê. Embora fosse uma emergência, todas as hospedarias lhes negaram abrigo. Então eles tiveram Jesus em um estábulo. Em seguida, os anjos cantam aos pastores, e depois todos se juntam aos três reis magos montados em camelos no louvor ao silencioso recém-nascido."
O problema é que a história acima pode estar quase completamente errada. Os eventos que rodearam o nascimento têm sido recontados tantas vezes de tantas formas - em peças, poesias, livros e filmes - que a maioria das pessoas têm uma visão distorcida dos eventos verdadeiros. Para o cristão, o único registro preciso é o que se encontra na Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus.
Eis alguns exemplos:
1. Maria montou num jumento para chegar em Belém?
R. Talvez, mas há várias outras possibilidades. A Bíblia não diz como ela chegou a Belém. Diz apenas que ela foi acompanhada por José.
2. Maria chegou a Belém na noite em que ela deu à luz?
R. A Bíblia não sugere isso. Eles podem ter chegado semanas antes. A Palavra de Deus simplesmente diz: "E aconteceu que, estando eles ali [em Belém], se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz" (Lucas 2:6). Chegar na cidade bem antes dessa data faria mais sentido. A jornada de Nazaré a Belém normalmente durava três dias.
3. José ou Maria falaram com algum hoteleiro?
R. Talvez, mas não há razões bíblicas fortes para acreditar que sim. Embora hoteleiros sejam importantes personagens em muitas peças de Natal, nenhum hoteleiro é realmente mencionado no registro bíblico do nascimento de Cristo. Além do mais, é bem possível que Maria e José tenham na verdade se hospedado numa casa com parentes, não em algum tipo de hotel dos tempos bíblicos. (Veja abaixo)
4. Jesus nasceu em um estábulo? Ou em um celeiro? Ou em uma caverna?
R. A Bíblia não menciona nenhum desses três lugares em conexão com o nascimento de Cristo, menciona apenas uma manjedoura. A Escritura diz apenas que eles deitaram Jesus em uma manjedoura porque não havia nenhum lugar para ele no quarto de hóspedes. A palavra grega usada na Escritura é kataluma, e pode significar quarto de hóspedes, alojamento ou hospedaria. Na única outra vez que aparece no Novo Testamento, essa palavra significava um quarto amplo e mobiliado de um sobrado, dentro de uma casa particular. É traduzido como quarto de hóspedes, não como hotel (Marcos 14:14-15). De acordo com nossos peritos em arqueologia bíblica, Jesus provavelmente nasceu na casa de parentes, mas fora da sala e do quarto de hóspedes. "Longe, numa manjedoura, o bebê acorda, mas o pequeno Senhor Jesus, não grita nem chora." Embora essas palavras sejam a tradução de uma bela canção, não podemos ter certeza de que Jesus não chorava. A Bíblia não registra isso.
5. Os anjos cantaram aos pastores fora de Belém?
R. Talvez, mas a Bíblia não diz especificamente que os anjos cantaram. Ela diz que primeiro um anjo apareceu e falou, "e, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus" (Lucas 2:13).
6. Os anjos estavam presentes na hora do nascimento?
R. Parece lógico presumir que sim, mas, a Escritura não menciona isso, e não há provas de que os anjos estivessem visíveis a Maria e José nesse momento.
7. Três reis magos montados em camelos estavam presentes no nascimento de Jesus?
R. A Bíblia não fala que nenhum rei ou camelo visitou Jesus. Ela menciona que homens sábios ("magos") foram, mas não diz quantos. Nenhum dos primeiros Pais da Igreja sugeriu que os magos eram reis. Como a palavra "magos" usada na Bíblia está no plural, havia aparentemente ao menos dois deles, e pode ter havido mais - até mesmo muitos mais deles. A Bíblia menciona apenas que três presentes caros foram dados por eles - ouro, incenso e mirra, mas isso não indica necessariamente o número dos magos. Não há prova de qual era o país de origem desses homens. Antes que os magos chegassem a Belém, Jesus viajou para Jerusalém, para ser apresentado no Templo, e de lá voltou a Belém. (Lucas 2:21-22). E mais, os sábios homens claramente não visitaram Jesus enquanto ele ainda estava deitado na manjedoura, como é comumente apresentado em cartões e peças. Os magos não chegaram até algum tempo depois da apresentação de Cristo no Templo em Jerusalém (Lucas 2:22-39). Nesse momento, a Escritura se refere a Jesus como uma "criança", não como um "bebê". É possível que o pequeno Jesus já estivesse andando e falando então. Com base nos cálculos do Rei Herodes e dos magos (Mateus 2:16), Jesus podia já ter dois anos ou menos.



A CRONOLOGIA DOS TEMPOS DE JESUS
No mundo greco-romano, muitos métodos de reconhecimentos de tempo eram geralmente empregados. Um dos métodos que veio a ser largamente utilizado era o que contava os anos a partir da fundação da cidade de Roma (AUC = Ab Urbe Condita).
Durante a primeira metade do século 6 d.C. um novo método de reconhecimento de tempo foi proposto por um monge chamado Dionísio. Ele deve ter sido um homem pequeno, pois era geralmente chamado de “Dionysius Exiguus” (Dionísio, o pequeno). Reconhecido como um grande teólogo, matemático e astrônomo, Dionísio disse que o nascimento de Jesus deveria ser o ponto inicial da era Cristã, e os anos deveriam ser contados como “ano do Senhor” (AD = anno Domini). Já na época de Carlos Magno (cerca de 800 d.C.), o método proposto por Dionísio havia superado o antigo modo de reconhecimento de datas AUC. Infelizmente, entretanto, Dionísio errou em seus cálculos em, no mínimo, 4 anos. Em vez de correlacionar o nascimento de Jesus no ano 754 AUC, ele deveria ter colocado a data correta um pouco antes do ano 750 AUC, data indicada como sendo a da morte de Herodes, o Grande. O ano atualmente reconhecido como sendo o da natividade de Jesus é algo em torno de 4 a.C. No tempo em que o erro de Dionísio foi descoberto, era muito tarde para tentar corrigi-lo, o que provocaria a alteração de todos os documentos anteriormente datados.
É interessante notarmos que não existe o ano 0 (zero) logo, do ano 1 a.C. ao ano 1 d.C. temos apenas 1 ano civil. Outro exemplo: do ano 4 a.C. ao ano 4 d.C., devemos contar apenas 7 anos.
Para a história, existem 3 datas importantes que devem ser determinadas no estudo da vida de Jesus: a data do seu nascimento, do seu batismo (início do seu ministério público) e, por fim, a data de sua crucificação. Se estas 3 datas puderem ser precisamente determinadas, será possível reconhecer outros eventos de sua vida. As evidências limitadas (e para alguns, conflituosas) encontradas nos Evangelhos, no entanto, tornam a tarefa de determinação destas datas um exercício realmente difícil.

 

O NASCIMENTO DE JESUS

O nascimento de Jesus foi um marco definitivo na história da humanidade. A cronologia da história do mundo moderno está dividida em “antes de Cristo” (a.C.) e “depois de Cristo” (d.C.).
Muitos Cristãos reconhecem abertamente que ninguém sabe o dia exato do nascimento de Jesus. A data precisa do seu nascimento não é um assunto fundamental para a nossa fé e a especulação e a controvérsia acerca deste tópico não podem fazer com que percamos a noção daquilo que é realmente importante.
O Novo Testamento não nos dá informação precisa acerca do dia, mês e ano do nascimento de Jesus.
Uma vez esclarecida a confusão causada pelo monge Dionísio, falta-nos determinar com a maior precisão possível qual o ano real do nascimento de Jesus e, para isso, temos que levar em consideração três fatos:
A menção a Herodes, O Grande, feita em Mateus 2;
A menção à “estrela de Belém”, feita por Mateus 2:1-12;
A menção ao censo decretado por César Augusto, feita em Lucas 2:1-2;

 

HERODES O GRANDE

É quase certo que Herodes tenha morrido no final de março ou começo de abril do ano 4 a.C. (de acordo com Josefo, no ano 750 AUC), de onde concluímos  que  Jesus deve ter nascido antes desta data (isto é, antes de 4 a.C.), porém, o quanto antes, não é possível sabermos. Tanto Mateus quanto Lucas nos falam de eventos que aconteceram entre o nascimento de Jesus e a morte de Herodes:
A circuncisão de Jesus ao 8º dia após o seu nascimento (Lc 2:21);
A apresentação de Jesus no templo depois de 40 dias após o seu nascimento (conforme ordenança de purificação encontrada em Lev. 12:1-4);
A visita dos pastores  (Lc 2:15 a 18);
A visita dos Magos (Mt 2:1 a 12);
A fuga para o Egito (Mt 2:13 a 15);
A morte das crianças (meninos) em Belém (Mt 2:16 a 18); 
Após a morte de Herodes, o Grande, os evangelhos nos revelam que Jesus e sua família voltaram para a cidade de Nazaré, na Galiléia (Lc 3:39 conforme Mt 2:22-23).
Concluímos, portanto, que a data do nascimento de Jesus toma lugar não antes de Janeiro do ano 4 a.C. ou Dezembro do ano 5 a.C. e pode ter ocorrido até dois anos antes (ano 6 a.C. aproximadamente).

 

A ESTRELA DE BELÉM

Existem estudos que tentam identificar a Estrela de Belém como fenômenos astronômicos conhecidos: ou a aparição de um cometa no ano 5 a.C. ou a conjunção de Júpiter, Saturno e Marte, ocorrido em 7 ou 6 a.C. 

 

O CENSO DECRETADO POR CÉSAR AUGUSTO

Sabemos que Augusto governou o Império Romano entre 31 a.C. a 14 d.C. O censo decretado por Augusto e registrado por Lucas em seu evangelho é atualmente um campo de muitos debates e poucas certezas, além de pouco nos ajudar na determinação de uma data mais precisa do nascimento de Jesus.  Neste relato de Lucas, José (juntamente com Maria), subiu da Galiléia (Nazaré) para a Judéia (Belém) “por ser ele da casa e família de Davi” (Lc 2:4).

 

O DIA DO SEU NASCIMENTO

Historicamente, toda cristandade mundial (católicos romanos, ortodoxos, protestantes, etc.) celebra o dia 25 de dezembro, dia de Natal, como o dia do nascimento de Jesus Cristo. Mas será que esta data é historicamente precisa?
O costume da celebração do nascimento de Jesus em 25 de dezembro não existia antes do terceiro ou quarto século da nossa era. Anteriormente a esta data, celebrava-se em 6 de Janeiro a visita dos Magos.
O site cristão ChristianAnswers.com em seu artigo sobre o nascimento de Jesus faz a seguinte colocação: “Embora não seja impossível, parece improvável. A Bíblia não especifica um dia ou mês. Um problema com Dezembro é que seria fora do comum que pastores estivessem ‘pastoreando nos campos’ nesse frio período do ano, quando os campos ficavam improdutivos. A prática normal era manter os rebanhos nos campos da Primavera ao Outono. Além disso, o inverno seria um tempo especialmente difícil para Maria viajar grávida pelo longo caminho de Nazaré a Belém (70 milhas).  Um período mais provável seria em fins de Setembro, no tempo da Festa dos Tabernáculos, quando uma viagem como essa era geralmente admitida. Além do mais, crê-se (embora não seja certo) que o nascimento de Jesus foi próximo ao final de Setembro. A concepção de Cristo, contudo, pode ter ocorrido no final de Dezembro do ano anterior. Nossa celebração de Natal pode ser vista como uma honrada observação encarnação do 'Verbo que se fez carne' (João 1:14). Isto significaria, então, que Sua concepção, não Seu nascimento, ocorreu no final de Dezembro. Além disso, pode perfeitamente ser que quando celebramos o nascimento de Cristo no chamado 'Natal', nós estejamos na verdade celebrando Sua concepção miraculosa, o tempo em que o Pai enviou o Filho ao mundo, no ventre da virgem. Esse, o mais obscuro período do ano, o período da festa pagã 'Saturnália', e o período em que o sol (a 'luz do mundo' física) está mais distante da Terra Santa - seria certamente um período apropriado para Deus enviar a 'luz do mundo' espiritual ao mundo, como o 'Salvador, que é Cristo o Senhor' (Lucas 2:11) - Dr. Henry M. Morris, The Defender's Study Bible (notas de Lucas 2:8,13).” 
Uma outra pergunta surge em decorrência disto: Por que muitos cristãos celebram o Natal em 25 de Dezembro, se não foi nessa data que Cristo nasceu?
“Essa data foi escolhida pela Igreja Católica Romana. Devido ao domínio de Roma sobre o mundo "Cristão" por séculos, a data se tornou tradição por toda a cristandade. O significado original de 25 de Dezembro é que esse dia era um popular dia festivo de celebração do retorno do sol, quando se celebrava o dia do “deus sol invencível” (dies solis invicti). O deus sol, geralmente é reconhecido como o deus Mitra. Em 21 de Dezembro ocorre o solstício de inverno (o mais curto dia do ano e assim um dia chave no calendário), e 25 de Dezembro era o primeiro dia no qual os antigos podiam notar claramente que os dias estavam se tornando maiores e que a luz do sol estava retornando. Assim, por que 25 de Dezembro foi escolhido para lembrar o nascimento de Jesus Cristo? Como ninguém sabe o dia de Seu nascimento, a Igreja Católica se sentiu livre para escolher essa data. A Igreja queria substituir o festival pagão com um dia santo Cristão. O método se valia do fato de que é mais fácil tirar um festival mundano, mas tradicional, da população quando podemos substituí-lo com um bom festival. De outra forma, a Igreja teria deixado um vácuo onde antes havia uma tradição de longas datas, e se arriscado a produzir descontentamento na população e um rápido retorno à prática pagã.”
Existem outras tentativas e métodos para calcular uma data exata, que derivam freqüentemente de duas escolas de pensamento ou maneiras de pensar. Ambos os métodos dependem de uma contagem a partir do 'curso de Abias'. Um 'curso' era um período de tempo específico, durante o qual os sacerdotes serviam no templo.
O primeiro método tem como base Lucas 1:5,8 onde lemos que Zacarias, o pai de João Batista, servia no templo durante o “curso de Abias”. O texto de I Crônicas 24:7-19 indica que existiam um total de 24 cursos. Este método assume que o “curso de Abias” era o oitavo e que começava no início de Junho. Assumindo que esta conclusão seja correta, alguns acreditam que podemos contar para a frente para assim descobrir a data do nascimento de João Batista, e assim, por dedução, também a de Jesus (Jesus nasceu cerca de seis meses depois de João, como se pode ler em Lucas 1:24-36).
Assim sendo, e, assumindo que os estados de gravidez de Maria e Isabel decorriam normalmente em termos de tempo, João Batista terá nascido em Março, nove meses após a sua concepção em Junho. Segundo este cálculo, Jesus poderá ter nascido no mês de Setembro. Para alguns, o fato dos festivais de Outono do Antigo Testamento terem início neste período, aumenta a credibilidade destes cálculos.
Assumindo que todos estes cálculos estejam corretos, a “concepção” de Jesus, quando Maria foi coberta pela sombra (nuvem) do Espírito Santo (Lucas 1:35), terá acontecido no mês de Dezembro.
O segundo método utilizado para calcular a data precisa do nascimento de Jesus não faz as contas para a frente mas sim para trás. Quando o templo foi destruído no ano 70 DC, o “curso” sacerdotal de Joiarib servia no templo. Se estes períodos sacerdotais não foram interrompidos desde o tempo de Zacarias até à data da destruição do templo, este método calcula o “curso de Abias” como ocorrendo na primeira semana de Outubro. Alguns escritores Cristãos do início da era (John Chrysostom, 347-407) ensinavam que Zacarias recebera a mensagem acerca do nascimento de João Batista durante o período de Expiação, o qual recai em Setembro ou Outubro. Isto colocaria o nascimento de João Batista em Junho ou Julho, e o nascimento de Jesus seis meses mais tarde, ou seja, no final de Dezembro ou início de Janeiro. Alguns defensores deste segundo método acreditam que 25 de Dezembro seja o dia em que Jesus nasceu, enquanto outros pensam que 6 de Janeiro seja o dia correto.
Em Lucas 2:1-7 é mencionado o recenseamento ordenado pelo Imperador César Augusto. Os registos deste recenseamento acabaram por ser levados para Roma. Cyril de Jerusalém (348-386) requisitou que a data verdadeira do nascimento de Jesus fosse obtida dos registos do recenseamento. Ele revelou que a data constante nestes documentos era 25 de Dezembro. Infelizmente, estes registos já não estão disponíveis.

copyright ©   -  Jair R. Souza 


sábado, 10 de dezembro de 2011

Imagens De Alguns Lugares Citados Na Biblia

Quem nunca teve vontade de visitar alguns locais descritos pela Bíblia Sagrada?
Abaixo alguns lugares de grande importância histórica:


BELÉM DE JUDÁ
















CAFARNAUM
















DESERTO DE MARA














GETSEMANI















JERUSALÉM
















MURO DAS LAMENTAÇÕES




MAR DA GALILÉIA





RIO JORDÃO



RIO NILO


EGITO



MONTE SINAI



MONTE DAS BEM AVENTURANÇAS



TUMBA VAZIA - JESUS RESSUCITOU





VALE DO ARMAGEDOM





quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Parte 09 - A Oração Eficaz - Por Wiliam Lessa (escola bíblica dominical - revista da EBD) - "conhecendo melhor a palavra de Deus" ano 01 - edição 01 - A.D.M.P.D

Introdução:

A Comunhão com Deus, depende muito da oração. No sentido espiritual (pois temos na gramática o emprego do mesmo termo), oração é o mais importante  exercício espiritual de um salvo por Cristo. Oração é um íntimo relacionamento com Deus, e não apenas comunicação com Ele. A Alma salva necessita ardentemente da oração. Sem oração e comunhão com Deus, não há nada além de uma vida vazia e infrutífera e inútil. Não compreendemos como muitos cristãos podem viver marginalizados da vida de oração, limitando-se à rotina e o formalismo religioso. É conhecida a afirmação:  Muita oração, muito poder, pouca oração pouco poder. Os servos de Deus de maior destaque, tanto no Antigo Testamento, como no Novo Testamento, não descuidaram da oração fervorosa e constante. Por isso é que foram vencedores.


ORAÇÃO - IMPERATIVO DIVINO

1.         A oração não é um expediente opcional.
A oração não é algo opcional ou facultativo. Antes, é um mandamento dos céus. Foi Davi quem ordenou a Asafe e seus irmãos, dizendo: “Buscai ao Senhor e a sua força; buscai a sua face continuamente” (1 Cr. 16.11); e por meio do profeta Oséias, o próprio Deus colocou as palavras da oração que Israel deveria fazer: “Tomai convosco palavras, e voltai para o Senhor; dizei-lhe: Tira toda a iniqüidade, e aceita o que é bom; e ofereceremos como novilhos os sacrifícios dos nossos lábios”’(Os 14.2); e em lsaias lemos: “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invoca-o enquanto está perto” (Is.55:6). Vemos o mesmo ensino em: Mt 7.7; 26.41; Jo. 16.24; Ef. 6.18; I, Ts 5.17 e muitos outros.

2.         É necessário obedecer à ordem divina.
Deus, que deu o mandamento de orarmos, não é o beneficiado pela oração. Ela visa ao nosso bem, pelo que temos motivos de sobra para obedecermos a ordem divina. Outra razão para obedecermos, é o exemplo que temos de pessoas que vivem de modo vitorioso, porque oram. A oração é sobejamente conhecida como: O caminho da vitória espiritual. Obedeçamos ao mandamento de orar e jamais nos arrependeremos. Antes, aprenderemos que vale a pena obedecer a Deus em tudo, mas especialmente em orar. Deus deu o mandamento de orar, porque sabia da nossa tendência para negligenciarmos a oração.

3.         A oração é a condição para Deus nos abençoar.
Se por acaso Deus derramasse bênçãos sem medida sobre os crentes, indiscriminadamente não sei o que aconteceria. Mas Deus, por isso estabeleceu como condição para se obter a benção, a oração. Porque temos que pedir se Deus já sabe de todas as coisas? Exatamente porque essa é a condição que Ele estabeleceu. E está incluída na ordem de orar, a promessa de Deus abençoar “e tudo que pedirdes na oração crendo, recebereis” (Mt.21:22).  “se vós permanecerdes em Mim, e as minhas palavras permanecerão em vós, pedi o que quiserdes e será feito”(Jo. 15:7).


OS ELEMENTOS INDISPENSÁVEIS À ORAÇÃO

1. Oração e Súplicas, intercessão e ações de graça.
Precisamos fazer a devida distinção entre os diversos tipos de orações:
a. Súplica. “A súplica é o que normalmente fazemos, ou seja, pedir a Deus tudo o que dele necessitamos. porque os olhos do Senhor estão sobre os justos e os seus ouvidos atentos à sua súplica” (1 Pe 3.12).
b. Intercessão. A intercessão, que é orar pelas outras pessoas, caracteriza o ofício sacerdotal do crente. E nós somos sacerdotes, no sentido amplo do termo: “vos sois... sacerdócio real” (1 Pe 2.9).
c. Ações de graças. Talvez seja o que menos os crentes fazem. Se pedirmos pouco, agradecemos ainda muito menos. Até na oração para agradecer, acabamos pedindo mais. Devemos cultivar a oração gratulatória em nosso meio. “Sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças” (Fp 4.6).

2. Deve ser segundo a vontade de Deus.
A soberana vontade do Senhor deve ser levada em conta. Sabemos que Deus quer salvar, libertar, abençoar, livrar, suprir nossas necessidades materiais, enfim, Ele quer o melhor para nós, os seus eleitos. Mas vejamos o exemplo de Jesus, o Verbo divino, o Unigênito do Pai, que sempre buscou fazer a vontade do Pai Eterno: “Pai meu, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, faça-se a tua vontade” (Mt 26.42). Orar baseado na vontade de Deus é vitória certa.

3. A oração deva ser apoiada pela fé.
O que pedirmos, crendo, recebemos. Esta é a promessa: Mt 21.22. E o mesmo Senhor Jesus fez uma importante declaração acerca da oração baseada na fé: “Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e não duvidardes, não só fareis o que foi feito à figueira, mas até, se a este monte disserdes: Ergue-te e lança-te no mar, isso será feito” (Mt 21.21). Certamente, a maior barreira à oração é a dúvida e a incredulidade. Devemos orar e cultivar a fé, que crescerá a medida que obtivermos respostas as nossas orações.


CARACTERÍSTICAS DA ORAÇÃO EFICAZ

1. Exemplos de orações notáveis.
Existem muitos exemplos, mas por questão de espaço, citaremos alguns principais: 
a) a oração de Abraão intercedendo por Sodoma e seu sobrinho Ló: Gn 18.23-33; 
b) Jacó no vau do Jaboque, lutando com Deus: Gn 32.24-31;
c) a oração de Salomão, pedindo a Deus sabedoria: 1 Rs 3.7- 7; 
d) a oração do rei Ezequias, quando Judá foi ameaçada por Senaqueribe: 2 Rs 1 9. 1 5-1 9; 
e) a oração de Elias para descer fogo sobre o altar no  monte Carmelo: 1 Rs 18.36,37; 
f) a oração intercessória de Jesus: Jo 17. Devemos observar tais exemplos e nos encorajar a orar e obter grandes coisas de Deus.

2. Obstáculos à oração eficaz.
Existem coisas que impedem a resposta às orações. Vejamos algumas: quando os pedidos são egoístas: Tg 4.3; quando há pecado escondido: Sl. 66.18; quando a comunhão está interrompida: ls 59.2; quando o coração está posto num Ídolo: Jr 11.14; quando existe orgulho no coração: Jó 35.12,13; quando há dúvida e falta de fé: Tg 1.6,7; quando o que ora é justo aos seus próprios olhos: Lc. 18.11,12. Muitas outras coisas podem impedir as nossas orações. Reflita e relacione outros exemplos para o estudo em classe.

3. Outras recomendações à oração eficaz.
Vejamos algumas importantes características da oração eficaz:

a. Quando orar. Os judeus costumavam orar três vezes por dia. Os mais zelosos eram dos fariseus. Jesus disse que nossa justiça deve exceder à dos fariseus: Mt 5.20. A ordem para o cristão é: “Orai sem cessar” (1.Ts 5.17).

b. Como orar. a) Em nome de Jesus (Jo 14.13). Há crentes que oram a Jesus em nome de Jesus, outros oram em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Mas a ordem é orar em nome de Jesus e pedir ao Pai; b) orar com perseverança (Lc. 19.1-8); c) orar com fé (Tg 1.6); d) sem usar de vãs repetições, como se fosse reza (Mt 6.7); sem hipocrisia (Mt 23.14); com objetividade, como Elias no monte Carmelo (1 Rs 18.36, 37); com humildade e contrição, como o publicano (Lc. 18.13).

c. Quanto à postura física. Para Deus, postura física e orações carregadas de emoções têm significado menor do que “um coração quebrantado e contrito”(Sl. 51.17). Mas temos exemplos de servos de Deus que se prostraram com o rosto em terra, como: Moisés e Arão (Nm. 20.6); Josué (Js 5.14); Elias (1 Rs 18.42); o rei Josafá (2 Cr 20.18); Jesus (Mt 26.39). Mas orar de rosto no pó não é urna ordem. Podemos orar de pé, ajoelhados ou debruçados. Importante é o coração quebrantado.


APLICAÇÕES

1)       Muito podemos ainda meditar sobre a oração eficaz, como: oração secreta, oração pela família e em família, oração na igreja, oração pelas autoridades constituídas, oração por um avivamento espiritual, etc.
2)        Esta é apenas uma lição de Escola Dominical, que será estudada em uma hora ou menos. Sugerimos que cada igreja faça uma série de estudos sobre oração e que no final, ore, dedicando bom período à oração.
3)      Outra sugestão é que se formem grupos de intercessores na igreja, cada um com objetivos definidos de oração e se dediquem a esse ministério. A igreja será abençoada e o reino de Deus principalmente.



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Amor Divino - Um Amor Inexplicável

Após a queda de Adão, no jardim do Éden, quando comeu do fruto proibido por Deus, que lhe disse que assim não o fizesse, Deus inicia o plano para cumprir o sonho que é de ter reinando consigo a sua Igreja amada. Por isso ele planejou antes da fundação do mundo a nossa redenção (Apocalipse 13:8).
Deus quando criou o homem, já sabia que o homem poderia pecar, desobedecendo a Deus; sendo assim Deus planejou o sacrifício de Jesus (O Cordeiro De Deus), desde o início da humanidade.

Sabe o que isso significa? Que o Filho de Deus, Jesus Cristo, já sabia de tudo o que iria sofrer desde o inicio da criação, para resgatar o homem da perdição eterna, o inferno.

Jesus sabia que iria sofrer nas mãos do próprio homem, (imagem e semelhança de Deus), que ele mesmo criou no início da humanidade.

Jesus sabia que seria açoitado, seria escarnecido com uma coroa de espinhos, seria espancado, e crucificado de maneira terrível e cruel.

Como Jesus sofreu, mesmo sendo santo e irrepreensível  em sua conduta. Carregou todo o peso do pecado de toda a humanidade.

Até Pilatos sabia que Jesus era justo, e estava sendo entregue pelos fariseus, devido inveja. E mesmo assim pelo clamor do povo, Pilatos preferiu o condenar.
  
Naquela época quem dominava o mundo era o Império Romano, e o povo vivia em situação de miséria; o povo estava aguardando a vinda do Messias, crendo que ele livraria o povo do domínio do Império Romano.

Só que quando Jesus começou seu ministério, ele dizia que o Reino de Deus não era desse mundo, mas sim que se manifestaria dentro de cada um de nós.

Na oração que Jesus nos ensinou como modelo, conhecido por nós como oração do Pai Nosso, Jesus ora da seguinte forma:
...Venha o teu reino...
Jesus enfatiza que o Reino de Deus deve se manifestar em nossos corações.

O que quero dar ênfase é que Deus nos amou primeiro:
“Sabei que o Senhor é Deus; foi ele, e não nós, que nos fez povo seu e ovelhas do seu pasto (Salmo 100:3)”.

O amor de Deus por nós é maravilhoso, ele é unilateral, ou seja, ele continua nos amando mesmo que nós não o correspondamos à altura. Veja o que está registrado no livro de Gênesis, após a ocasião do diluvio:
 “E edificou Noé um altar ao Senhor; e tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa e ofereceu holocaustos sobre o altar. E o Senhor cheirou o suave cheiro e disse o Senhor em seu coração: Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem, porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice; nem tornarei mais a ferir todo vivente, como fiz. Enquanto a terra durar, sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite não cessarão (Gênesis 8:20-22)”.

Mesmo nós sendo tão falhos, Deus nos deu através de Jesus Cristo, mais uma chance de nos reconciliarmos com ele.
Para que tenhamos o privilégio de sermos chamados filhos de Deus, e que possamos ter o direito a vida eterna ao lado de Deus.

Este é o amor de Deus:
“Amor, palavra tão pequena; porém é tão imensa que preenche o coração de nosso Deus.”